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A liberação miofascial é uma técnica terapêutica popular utilizada para tratar uma ampla variedade de condições musculoesqueléticas, como dores crônicas, lesões esportivas e problemas posturais. Mas, será que a liberação miofascial realmente funciona?

Para responder a essa pergunta, muitos estudos têm sido realizados para avaliar a eficácia da liberação miofascial em diferentes contextos. Em um estudo publicado na revista “Journal of Bodywork and Movement Therapies”, por exemplo, pesquisadores analisaram a eficácia da liberação miofascial em pacientes com dor lombar crônica. Os resultados mostraram que a técnica foi capaz de reduzir significativamente a dor e melhorar a função física dos pacientes.

Outro estudo publicado na revista “Sports Medicine” analisou a eficácia da liberação miofascial em atletas que sofriam de síndrome da banda iliotibial (ITBS), uma condição dolorosa comum que afeta o joelho. Os pesquisadores descobriram que a liberação miofascial foi capaz de reduzir significativamente a dor e melhorar a flexibilidade do joelho dos atletas.

Além disso, um estudo publicado na revista “Journal of Alternative and Complementary Medicine” analisou a eficácia da liberação miofascial em pacientes com fibromialgia, uma condição crônica caracterizada por dores musculares e fadiga. Os pesquisadores descobriram que a técnica foi capaz de reduzir significativamente a dor e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

Esses estudos e muitos outros indicam que a liberação miofascial pode ser uma técnica terapêutica eficaz para aliviar a dor e melhorar a função física em uma ampla variedade de condições musculoesqueléticas. No entanto, é importante lembrar que a eficácia da técnica pode variar dependendo da condição específica, da gravidade da lesão e da experiência do fisioterapeuta ou profissional da educação física.

A liberação miofascial está intimamente relacionada à fáscia. 

A fáscia é um tipo de tecido conjuntivo fibroso que se ramifica por todo o corpo de forma contínua, envolvendo estruturas e formando uma bainha sob a pele. Estes tecidos conjuntivos mantêm e conectam todas as estruturas corporais interelacionando-as, formando uma teia tridimensional que se distribui em todo e qualquer tecido do corpo, desde grupos musculares, ossos até órgãos. Tal tecido é constituída por três camadas, estando à porção superficial ligada à superfície da pele sendo um tecido conjuntivo de trama frouxa, fibroelástica, cujas fibras se entrelaçam (GREENMAN, 2001).

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